Cinderella

Superprodução Cinderella volta em cartaz em São Paulo

Na versão 2021, o musical da Cinderella, baseado no conto dos Irmãos Grimm terá nova temporada a partir do dia 20 de fevereiro. Teatro Bradesco segue todos os protocolos de higiene e segurança 
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Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo, tanto na encenação como no texto, o clássico musical Cinderella reestreia dia 20 de fevereiro de 2021, aos sábados e domingos, em duas sessões, 15h e 18h30, no Teatro Bradesco.

Responsável pela direção geral e adaptação, Billy Bond tratou de incluir, em algumas cenas, de forma sutil, marcações ressaltando a importância do uso do álcool gel e do distanciamento social. O Teatro Bradesco se adaptou ao novo momento e reduzirá sua lotação em conformidade com orientações dos governos municipal e estadual de São Paulo, que originalmente é de 1.459 lugares para 580 pessoas por sessão. A sanitização é feita por uma empresa credenciada e especializada, com produtos específicos sugeridos nos protocolos das autoridades antes dos espetáculos.

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O protocolo do teatro prevê lugares especialmente reservados para famílias sentarem juntas de forma segura. Serão realizadas sessões acessíveis com Libras dias 20 e 27/2 às 15h. Uma das histórias de amor mais famosas de todos os tempos ganha uma roupagem contemporânea para encantar todas as gerações. Realização da Campo da Produção e Black & Red Produções. Os ingressos já estão à vendaConfira o serviço completo abaixo.

Sinopse – Depois da morte da mãe, a jovem Cinderella vai viver com o pai na casa da madrasta e suas duas filhas, as três invejosas de sua beleza. Maltratada e obrigada a fazer os serviços domésticos, ainda era alvo de deboches e malvadezas até que encontra sua fada madrinha. Um encanto leva Cinderella ao baile promovido pelo príncipe, que está à procura de uma princesa entre as moças do reino.

Com 26 atores, 16 pessoas no corpo de baile e orquestra ao vivo, o musical tem 180 figurinos e quatro cenários principais. Em Cinderella, em média, 48 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros. O musical é uma adaptação de Billy Bond e Lilio Alonso para o livro dos Irmãos Grimm. 

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Cinderella tem os diálogos e as músicas cantadas em português, além de efeitos especiais e de iluminação. Para criar o clima e envolver o público no mundo da fantasia, o espetáculo lança mão de recursos como gelo seco, ilusionismo e aromas diferenciados. Telões exibem tecnologia de última geração (como 4D) com o intuito de fazer a plateia se sentir parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o vôo de um fantasma, num recurso ilusionista. São 37 músicas especialmente compostas para ilustrar as cenas. “Sempre tentamos contar a história como foi escrita originalmente pelo autor. A tecnologia moderna, como os telões de LED, os efeitos especiais, os cenários e figurinos e a música ajudam a narrar a história e a prender o espectador, principalmente as crianças, que são muito inteligentes”, afirma Billy Bond.

Billy revela que a partir dos anos 2000 sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Italiano naturalizado argentino, o aclamado diretor é também responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella e Os Miseráveis, entre outros.

Sobre Billy Bond – O diretor Billy Bond é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o diretor Billy Bond – que morou muitos anos na Argentina – fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como O Mágico de OzPeter PanBranca de NeveAfter de LugeRentLes Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, entre muitas outras. Billy também foi cantor e produtor de rock.

No fim dos anos 60, lotava espaços em meio à ditadura do país com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop. Alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park. Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época da Ditadura. No Brasil, conheceu a banda Secos & Molhados através do Willie Verdaguer, baixista deles, que era argentino. Quando Ney Matogrosso deixou o grupo, Billy o produziu em carreira solo (por volta de 1975).

Na época também atuou como vocalista da banda Joelho de Porco. Produtor responsável pela vinda da banda Queen aos Brasil, nos anos 80. Hoje, à frente da Black & Red Produções descobriu nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil, sendo mais de 100 mil desses no Teatro Bradesco, nos diversos espetáculos que leva ao centro cultural.

PERSONAGENS
MADRASTRA – Yasmine Mahfuz.
CINDERELLA – Vanessa Ruiz
PRINCIPE HENRY – Diego Luri.
REI RUPERT – Luiz Pacini.
IRMàCRISELDA- Luana Marthins.
IRMàANASTÁCIA – Ana Luiza.
FADA BOA – Paula Canterini.
NEMESIO ASSISTENTE DO REI – Marcio Yacoff.
GUARDA / MENSAJEIRO –Italo Rodrigues.
A CORTE – Corpo de Baille Alessandra Lorena, Alvaro de Padua, Amanda Portela, Camyla Gimenes, Carla Ribeiro, Luan Oliveira, Luiza Madureira, Marcia Souza, Mayla Betti, Nicole Peticov, Willian Rodolpho.
Crianças do Baile – Clarinha Jordão e Davi Okabe. 
Ratos – Denis Pereira, Luana Oliveira, Marcia Souza, Willian Rodolpho.

Serviços


Cinderella
Dias 20, 21, 27 e 28 de fevereiro, com duas sessões por dia, sábados e domingos, sempre às 15h e 18h30.
Sessões de libras dias 20 e 27/02 às 15h. 
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo). Classificação: Livre. Duração: 90min.


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