Lúcifer

De tantas formas da 6ª temporada de Lúcifer terminar, essa foi uma das menos divertidas que poderíamos esperar | Netflix

A 6ª temporada de Lúcifer está chegando, mas, apesar de todos os esforços, essa teve o menor dos impactos apesar de todas as surpresas que nos são apresentadas

Lúcifer

Depois de tanta espera a última temporada do icônico diabo que teve sua ascensão decretada após uma guerra travada com Miguel está chegando no catálogo da Netflix essa semana, mas me questiono o real motivo de tanto alvoroço e postergação para o lançamento se a entrega foi amenizada por uma história amena e “sem graça”.

Lúcifer tinha todos os motivos para ser algo engrandecedor e nos apresentar mais do que ele sempre faz, mas ao invés disso, parece que a linha crescente despenca e se afunda em profundas decepções. De um lado temos a inserção rasa de uma nova personagem que poderia ter um arco mais interessante, não que não tenha sido, porém senti que ela poderia ter sido aprofundada se inserida na história antes para que entendêssemos melhor suas motivações, objetivos e evolução na história.

Lúcifer

Por outro lado, temos Linda, nossa eterna – e aparentemente a única psicóloga da cidade – profissional que compreende a fundo todos os problemas de todos os personagens da série que tenta insistentemente solucionar todos os defeitos, sentimentos e problemas do elenco. Vemos a Ella que não parece muito segura de si para oportunizar que outros relacionamentos, além o dela mesmo que não parece nem um pouco adequado, se aproximem e permita-se amar e ser amada.

Lúcifer

A saída que utilizaram nessa temporada é de misturar presente e futuro, na esperança que as coisas se ajeitem da melhor forma possível. O poder cômico é dividido entre Lúcifer e Daniel que está num divisor de águas para determinar do porquê ele se sente tão culpado a ponto de permanecer no inferno – não qualquer inferno, mas naquele escolhido pelo próprio Lúcifer para amenizar o seu sofrimento e suas punições.

Aos que estão ansiosos, acalmem seus corações e esperem algumas surpresas, mas não esperem nada além disso. Tenho ressalva para o 6º episódio que traz uma militância para lá de certa com o anjo Amnadiel, irmão de Lúcifer, que mostra a importância de dar atenção as gangues e aos bairros menos nobres e de como as pessoas negras e de baixa renda sofrem nas mãos dos policiais. Acredito que, além deste episódio, a única coisa que passei a temporada toda me questionando se não teria sido melhor a série ter finalizado na 2ª parte da 5ª temporada quando Lúcifer se torna Deus e tudo acaba em “Felizes Para Sempre”.

Classificação do Autor

Avaliação: 4.5 de 5.

*Texto por Caroline Dias


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