cartaz Chacrinha

Documentário – Chacrinha: Eu não vim para confundir e não para explicar – traz historias do maior comunicador do Brasil.

Chacrinha, ou Abelardo Barbosa conquistou o Brasil com seu programa de Tv, extremamente popular e caótico

cartaz Chacrinha
Cartaz Chacrinha – Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar

Abelardo Barbosa, conhecido como Chacrinha, foi uns dos maiores fenômenos da Tv Brasileira, sendo o maior apresentador entre os anos 70 e 80. Seu programa conquistou o Brasil inteiro, sendo um grande sucesso da Tv Globo. O documentário de Cláudio Manuel e Micael Langer “”Chacrinha – Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar”, vai mostrar a trajetória desse que foi um personagem importante para televisão no Brasil.

Em quase uma hora e meia, os diretores do documentário fazem um resumo de quem foi Chacrinha e sua importância para televisão. Chacrinha teve o programa mais caótico e anárquico da televisão brasileira

Abortando momentos chaves da vida de Abelardo, o filme tenta resumir quem foi esse comunicador, que tinha seu programa de quarta e domingo, e era extremante popular, princialmente entre a classe media/baixa do Brasil.

Logo no começo do documentário, é abordado seu começo de carreira, quando o apresentador comandava seu caótico programa em uma rádio no interior do Nordeste, no fim da noite.

chacrinha - Nerd RecomendaMúsicos importantes também falam da importância do Chacrinha, que abria caminhos para os artistas na época. Qualquer cantor ou banda que buscava o sucesso, era importante estar dentro do programa do Chacrinha 

O documentário também aborda muitas histórias pessoais, com depoimentos fortes de seus filhos, esposa, e amigos próximos de trabalho, fazendo um contraponto entre a vida do Chacrinha na televisão com a vida pessoal de Abelardo Barbosa, mostrando como muitas vezes essas personalidades dúbias se uniam e confundiam. A entrevista mais emocionante é de sua esposa, Dona Florinda Barbosa, falando do acidente grave de seu filho mais velho, que o deixou paraplégico.

Boni, por exemplo, abre o jogo sobre a estratégia de guerrilha que precisou usar quando, em 1972, Chacrinha decidiu, num ímpeto, trocar a Globo pela Tupi. O então executivo da emissora do Jardim Botânico ficou com um buraco na grade e recorreu a Roberto Carlos, que era contratado da casa para fazer um programa por mês.

“Eu falei o seguinte: você faz um único programa por ano (que daria origem ao seu tradicional especial de Natal) e apresenta agora 11 programas “Globo de Ouro” no mesmo horário do Chacrinha na Tupi.” Boni conta que o Rei primeiro relutou, disse que não podia fazer isso, que tinha sido praticamente lançado pelo Chacrinha.

Mas, então, Boni apelou: “Roberto, coloca então aí a nossa amizade, sua história na Globo e também o fato de eu ter cancelado seus patrocinadores de bebida alcoólica como você me pediu. E aí ele fez.”

“Pra competir com a vida real, a ficção tem que comer muito arroz com feijão”, diz Claudio Manoel, explicando que o documentário faz um resgate realista da dimensão do que foi o maior comunicador brasileiro de todos os tempos, com histórias inéditas e outras já conhecidas do público. “O filme não é uma apologia ao Chacrinha, a gente não tinha pré-disposição de idolatrá-lo”, declara.

“Chacrinha – Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar” contém boas entrevistas, historias, tanto pessoaias, quanto profissionais de um dos personagens mais importantes de toda história da televisão brasileira.

Sinopse:

Abelardo Barbosa, nosso eterno Chacrinha, tem sua trajetória resgatada neste documentário. Com direção de Claudio Manoel e Micael Langer, o filme remonta o legado do Velho Guerreiro, um dos apresentadores mais importantes da televisão brasileira entre as décadas de 50 e 80. O filme revela trechos de sua conturbada vida pessoal, com imagens de arquivo e depoimentos de familiares e de personalidades como Pedro Bial, Luciano Huck, Rita Cadillac, Boni, Stepan Nercessian, Angélica, Wanderléa, Elke Maravilha, Chico Anysio e Gugu Liberato.   

FICHA TÉCNICA

Direção: Claudio Manoel e Micael Langer            

Produtores: Cosimo Valerio e Angelo Salvetti      

Fotografia: Paulo Santos                                      

Produtor Executivo: Fernando Zagallo 

Produção: Media Bridge

Pesquisa e Colaboração roteiro: Julia Schnoor    

Diretora de Produção: Rose Soares

Montagem: Rafael Paiva

Equipe de Produção Media Bridge: Lupa Mendes, Emerson Rodrigues, Lúcia Burmeister, Victor Restel, Weverton Campos

Produtor Associado: Vitor Brasil

Coprodução: Globo Filmes, Globonews e Canal Brasil                   

Distribuição: Bretz Filmes

Duração: 88 minutos

Classificação: 12 anos

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