Mulher Maravilha

“Mulher Maravilha 1984” apresenta uma heroína mais humana que amazona

Dirigido por Patty Jenkins, Mulher Maravilha chega às telonas do mundo todo

Depois de muita espera, finalmente Mulher Maravilha 1984 chega às telonas do mundo todo. Previsto para ser lançado em quatro de julho, o filme precisou ter sua estreia adiada por conta da pandemia do coronavírus. Passou para agosto, depois outubro, e agora, em 17 de dezembro o público – finalmente – poderá prestigiar a produção dirigida por Patty Jenkins.

O Nerd Recomenda já assistiu ao filme e ficamos empolgados com o resultado. O intuito desse texto não é dar spoilers, mas sim mostrar a você os motivos pelo qual Mulher Maravilha é e continuará sendo um sucesso.

Desde o primeiro filme estrelado por Gal Gadot, já percebemos o quanto Diana tinha a nos mostrar, e claro, nos ensinar. E ensinamentos não faltam em 1984.

Na nova produção temos uma protagonista mais madura e, por vezes, vulnerável, podemos até dizer que em certos momentos tivemos uma versão da heroína mais humana que amazona. E já que falamos em amazonas, não podemos deixar de elogiar as cenas que remetem ao passado da personagem, que funcionam muito bem no quesito explicar a história, deixando todos presos ao enredo.

Mulher Maravilha 1984
Foto: Divulgação / Warner

Um dos pontos fortes do filme é o empoderamento feminino e a representatividade que ele traz ao público. Uma mulher apoiando a outra no longa é como um reflexo do que estamos vivendo na atualidade. Sem contar que, de uma forma muito bem pensada, o assédio foi colocado em pauta.

A honestidade e a humildade foram pontos discutidos durante todo o roteiro, o que não nos surpreende, já que a nossa heroína é defensora da verdade. Ela nos deixa motivados e seguir a mesma ideologia, sempre na esperança de um mundo melhor, afinal, “nada de bom vem da mentira”.

O poder também foi abordado, e muito bem, com um vilão pra lá de queridinho. Pedro Pascal interpretou o rei do petróleo, Max Lord, e não deixou a desejar. Ao contrário, eles conseguiu trazer às telonas um vilão que, desejávamos, tivesse um final feliz. O motivo? Você entenderá quando assistir. E no time de vilões, Lord não está sozinho. A Cheetah  (Kristen Wiig) dos quadrinhos estava nas telonas e mostrou que para uma mulher ser forte, basta ela querer.

Em relação a parte técnica do filme, Patty Jenkins não deixou a desejar, uma vez que o filme se passa na década de 80, as cores utilizadas, os figurinos e a trilha sonora, quando juntas, teletransportam o público para aquela década.

O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira, 17. Não perca, até porque “são tantas coisas”, boas.

Confira o trailer:

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