Cyberpunk 2077 - Keanu Reeves

5 games favoritos da 8° geração de videogames.

Perto do fim, escolhi, os meus games favoritos dessa 8° geração. (Ps4 e Xbox One)

Está no fim, mais uma geração de consoles, que serão substituídos pelos videogames Playstation 5 e Xbox Series, planejado para serem lançados em novembro. O Playstaion 5 vai ter duas versões: videogame tradicional, custando 5000 reais e uma versão digital, sem o leitor de BlueRay, custando 4,500 reais. Já o Xbox vai ter dois modelos, Xbox Série X e Xbox Série S, sendo que o primeiro será um videogame com potência gráfica e processamento máximo, no mesmo valor do PS5 tradicional, e o Series S terá um hardware bem menos potente, com poder inferior ao seu “irmão Serie X”, mas com preço reduzido para 3000 reais, mesmo preço do Nintendo Switch.

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Cyberpunk 2077 - marcando o fim da dessa geração
Cyberpunk 2077 – marcando o fim da dessa geração

Cyberpunk 2077 será o último grande jogo dessa geração e promete fechar com chave de ouro mais um ciclo dos consoles. Por isso, venho trazer minha lista dos 5 melhores games que joguei nesta geração. Nesta primeira parte, trago os games multiplataforma, disponíveis no PS4 e Xbox, mas futuramente, irei trazer uma parte dois, somente com exclusivos de Playstaion 4:

9 geração de consoles
9 geração de consoles

Cuphead

Não poderia deixar de começar minha lista com game que já elogiei muito em outros artigos. Estou falando de Cuphead. O jogo com gráficos no estilo cartoon foi uma das grandes surpresas dessa geração, trazendo de volta todo um sentimento pelos desenhos dos anos 30, 40 e 50, como Pica-Pau e Tom Jerry, além de uma nostalgia dos games de arcades do passado.

Tomb Raider 

 Aqui não vai apenas um jogo, mas sim a franquia inteira com os três games: Tom Raider (2013), Rise of Tomb Raider e Shadow of Tomb Raider.

Essa trilogia transformou a personagem Lara Croft, criada nos anos 90, mostrando todo potencial que Lara jamais tinha alcançado. O jogo de ação e aventura em terceira pessoa bebe de muitas fontes e aplica cada conceito de maneira impecável. Com uma temática de caça tesouro/arqueologia, uma inspiração que vem de Indiana Jones, a nova franquia de Tomb Raider, trouxe com dinâmica cinematográfica uma história envolvente e personagens carismáticos, como faz Uncharted, e, ao mesmo tempo, reúne elementos de RPG e Craft (construção, montagem e aprimoramento de itens), oferecendo melhoramento de armas, roupas e itens, além de missões secundarias muito divertidas, como explorar as tumbas, resolver desafios e puzzles

The Witcher 3.

The Witcher 3 se tornou um fenômeno em todo mundo. Sua desenvolvedora, CD Projekt,  ganhou nome e status após o lançamento desse game que mudou alguns paradigmas dentro da indústria de jogos de RPG em mundo aberto. 

O jogo tem um vasto universo, com mapas amplos e extensos, e regiões diversificadas, que te instigam a explorar todo o mundo. Outra novidade foi nas missões secundárias, algumas com uma conexão direta com a história principal, mas todas elas (mesmo as não ligadas à main quest) orgânicas, dinâmicas, fluidas, e cativantes, de modo que o jogador se sente estimulado a progredir e completar o jogo todo.

Antes de The Witcher 3, o ambiente e missões de muitos RPG eram repetitivos e cansativos. Dessa forma, a CD Projekt elevou o nível deste tipo de game.

Resident Evil 7

Achei incrível como a franquia de Resident Evil se reinventou nessa geração. RE 7 trouxe ideias novas e, ao mesmo tempo, resgatou sentimentos dos primeiros games, baseado no suvivor horror. A grande mudança em Resident Evil 7 foi o deslocamento da câmera de terceira para primeiro pessoa, o que a princípio colocou em dúvida a qualidade do game. Com o tempo se mostrou a decisão certa, pois com a câmera posicionada em primeira pessoa, temos uma imersão mais profunda no terror do jogo.

Ao mesmo tempo, também tivemos um resgate aos primeiros games, com a volta de elementos tradicionais de Resdiente Evil, como as save room (salas com seguras, onde temos os saudosos baús e maquinas de escrever), a escassez de recursos, dificultando os combates (às vezes a melhor solução é fugir), e a volta dos puzzles. Com uma ambinetação inspiração em Outlast, Resident Evil 7 mescla muito bem a tradição com as novidades, atualizando o gênero suvivor horror.

Red Dead Redeption 2

A Rockstar lançou poucos jogos nessa geração. Na realidade, foi apenas 1: Red Dead Redeption 2, que foi fantástico. RedDead Redeption 2 é prequel do primeiro jogo, se passando alguns anos antes, em uma época em John Marston ainda era um fora da lei. Em RDR 2 jogamos com Artur Morgan, integrante da quadrilha em que Martson faz parte. O game tem tudo de bom do primeiro game, somado com avanços da tecnologia, temos um jogo quase impecável, pois tem algumas partes existe um problema de ritmo, meio cadenciado. Um mundo extremante detalhado. Com passagem em tempo real, RDR 2 traz uma experiência do Velho Oeste nunca vista antes dentro da cultura geek/pop.

Texto Por Rafael BIttencourt

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