Cadáver

“Cadáver” – Mais do mesmo terror de sempre | Resenha

Longa “Cadáver” está disponível no catálogo do Telecine
Cadáver

Apesar de conseguir misturar todos os possíveis cenários de terror, incluindo a presença do demônio e o ambiente de um necrotério, o que parece prender a atenção de seus telespectadores são apenas os pequenos “jump scare” e o fraco suspense do filme.

Depois de um exorcismo mal sucedido em que o pai de Hanna se vê na obrigação de matar a própria filha, o corpo da garota vai para o necrotério e as coisas mais estranhas começam a acontecer no local. Mega Reed (Shay Mitchell) é uma ex-policial traumatizada e hipocondríaca, sua madrinha do grupo de apoio encontra um novo emprego para ela, e assim, Megan tenta recomeçar sua vida, agora cuidando de mortos.

Cadáver

Aparentemente por um longo tempo a protagonista tenta se convencer de que tudo não passa de uma forte crise de ansiedade, mas aos poucos vai ficando mais visível que o cadáver da garota recém chegada no necrotério está de alguma forma se regenerando. Quer dizer, o demônio está retomando o controle e acaba matando quem estiver em seu caminho.

Certamente o forte do filme é o ambiente do necrotério que, além de modernos, é muito silencioso, escuro, sombrio e deprimente. Com todos esses fatores somos levados a diversos sustos com a garota demônio. Numa tentativa falha do roteiro que tenta aprofundar na personalidade e no que levou algumas decisões da protagonista, mas falham com louvor e torna tudo muito raso e sem grandes complexidades.

E sem nenhum enredo impactante, embora com muito potencial para, Cadáver tem uma boa história, mesclando subgêneros do terror com uma cena inicial de exorcismo excelente.

“Cadáver” – Trailer:

*Texto por Caroline Dias

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