Espiral

“Espiral: O Legado de Jogos Mortais” – O que você vai encontrar no 9º filme da saga Jigsaw | Paris Filmes

O longa “Espiral: O Legado de Jogos Mortais” traz como alvo policiais corruptos e representa mais a atualidade do que podemos imaginar

Sabemos que quanto maior a franquia, maiores são as chances do longa se perder no decorrer das histórias e com “Jogos Mortais” pode ter acontecido de uma forma sucinta, mas que conseguiram dar continuidade interligando um filme a outro e dando suas justificativas dos acontecimentos.

Espiral – O Legado de Jogos Mortais Pôster

“Espiral: O Legado de Jogos Mortais” foi uma tentativa para reinventar toda franquia de 8 filmes e – mesmo sabendo ser um divisor de águas nas opiniões dos críticos, na minha opinião, eles conseguiram reformular algo que já estava batido e massante, e para quem acompanha as facetas de John Kramer (interpretado por Tobin Bell), mais conhecido como Jigsaw, sabe perfeitamente do que estou falando.

Espiral

Ao sair da fórmula batida dos filmes anteriores, “Espiral: O Legado de Jogos Mortais” conta a história do impetuoso detetive Ezekiel “Zeke” Banks (Chris Rock), que vive à sombra de seu respeitoso e veterano pai e que trabalhou na polícia, e seu parceiro novato (Max Minghella) se encarregam de uma terrível investigação sobre assassinatos de colegas policiais que assombram a cidade.

Involuntariamente envolvido em um profundo mistério, Zeke se encontra no centro de um mórbido jogo do assassino. O longa é estrelado por Chris Rock, Max Minghella, Marisol Nichols e Samuel L. Jackson, e é produzido pela mesma equipe de ‘Jogos Mortais’, de Mark Burg e Oren Koules. O filme é dirigido por Darren Lynn Bousman e escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger.

Neste longa, acredito eu, que as tais armadilhas em formato de torturas foram dados os devidos tons de aprendizado, entretanto, as mesmas foram mais pesadas que as outras já vistas. Gosto de reforçar o quão é importante você ter estômago e psicológico para acompanhar os filmes, mas em “Espiral” existem diversos gatilhos, além de nos colocar de frente com diversas corrupções já feitas pela equipe policial e nos apresentar um mundo onde não podemos confiar em ninguém, ou quase ninguém.

Espiral – O Legado de Jogos Mortais

Não vemos o retorno de John Kramer – o que eu esperava que poderia acontecer, já que no último ele deu as caras e acreditei num possível retorno, porém não -, mas temos o retorno do diretor Darren Lynn Bousman após dirigir os filmes Jogos Mortais II, III e IV que consegue manter a mesma sinergia e identidade visual de seus filmes anteriores, o que, depois de muito tempo, parece ser incrivelmente fácil e majestoso para Bousman.

Afinal, vale assistir a “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”? Particularmente, eu diria que vale sim, mas a sugestão é que vá com suas expectativas em modo ‘neutro’ para que não se o longa não atingir as suas perspectivas não se arrependa ou acabe ficando frustrado e abra espaço para uma possível surpresa e ame o filme, assim como eu. A união de atores que admiro nos cinemas como Chris Rock, Max Minghella e Samuel L. Jackson fez com que meu encantamento pelo filme fosse maior, mas a trama e o suspense fizeram com que minhas expectativas, não superadas, mas que fosse completa e preenchida.

“Espiral: O Legado de Jogos Mortais” – Trailer | Paris Filmes

*Texto por Caroline Dias


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